


Começarei com The Hives. O mais recente álbum deles (quarto em estúdio) foi lançado no ano passado: “The Black and White Album”. Rock da melhor qualidade, que não deixa nada a dever para os anteriores Barely Legal (1997), Veni Vidi Vicious (2000) e Tyrannosaurus Hives (2004). Lembro de uma vez ter lido a respeito do Hives um artigo dizendo algo como “eles fazem rock de macho”. Achei grosseiro, mas tive que concordar. E machos são fundamentais para a perpetuação da espécie.
Além de fazerem música que conquistou fãs desde o primeiro disco, os suecos são muito estilosos, como dá pra ver nas fotos. Mas decidi escrever sobre eles porque estarão no Brasil no início de setembro, com shows em Brasília (dia 05), em São Paulo (dia 06) e no Rio de Janeiro (dia 07). Em São Paulo, tocarão no festival Orloff Five, junto com Plasticines, Melvins e Vanguart (outras “bandinhas TIM Festival”). Quem puder, não deve perder.
Ainda não tive a chance de assisti-los, mas comenta-se que os rapazes esbanjam energia no palco, sempre vestidos de preto e branco. O vocalista Howlin’ Pelle Almqvist, por exemplo, pula, escala e tem o hábito de se jogar sobre o público. Quem quiser uma prévia do show pode escutar “We All Right!” e “T.H.E.H.I.V.E.S.”, do “Black and White”, e esperar pelo que está por vir. Afinal, macho que é macho não decepciona.
http://www.hives.nu/
www.myspace.com/thehives


Gastei um bom tempo pensando em qual seria o tema de minha primeira postagem no blog da EletroCrash, depois que os belos e gentis rapazes da banda cometeram a insanidade de me passar a senha. Queria agradecer a gentileza à altura, então achei adequado falar sobre o Portishead, banda cujos CDs se revezam no som do carro.